Resultados não operacional

Posted on November 20th, 2008 in Uncategorized by admin

A receita e despesa que não é diretamente relacionada com o objetivo do negocio são classificadas como Não Operacional.
Normalmente, trata-se de ganhos ou perdas.

São exemplos ganhos ou perdas de capital:

  • lucros ou prejuizos na venda de itens do ativo permanente;
  • venda de um veiculo, com lucro ou prejuizo, venda de maquinas, equipamentos, etc.

Resultados não operacional

Posted on November 18th, 2008 in Uncategorized by admin

A receita e despesa que não é diretamente relacionada com o objetivo do negocio são classificadas como Não Operacional.
Normalmente, trata-se de ganhos ou perdas.

São exemplos ganhos ou perdas de capital:

  • lucros ou prejuizos na venda de itens do ativo permanente;
  • venda de um veiculo, com lucro ou prejuizo, venda de maquinas, equipamentos, etc.

Escuderia Bandeirantes

Posted on November 16th, 2008 in Uncategorized by admin

A Escuderia Bandeirantes foi uma equipe de Formula 1 e outros torneios criada na Europa por Chico Landi, usando carros usados da Maserati.

Em 1952, Chico Landi criou a Escuderia Bandeirantes, com três Maserati A6GCM, para disputar grandes prêmios na Europa. Gino Bianco acompanhou-o para ser um dos pilotos. Além dos dois brasileiros, a Escuderia Bandeirantes teve o uruguaio Heitel Cantoni e, em uma corrida, o argentino Alberto Crespo. Os carros dos brasileiros eram pintados de amarelo e tinham rodas verdes – era a pintura nacional exigida pela FIA. Não era uma equipe rica: inscreveu-se apenas em quatro GPs, às vezes com somente dois carros, e seu melhor resultado foi o 8º lugar de Landi no GP da Itália.

Formula D

Posted on November 15th, 2008 in Uncategorized by admin

É um campeonato que começou inicialmente no Japão, cuja inspiração teve inicio num piloto japonês, chamado Kunimitsu Takahashi, criador da técnica em 1970 e se expandiu por todo mundo.

Em Portugal foi feita uma apresentação no Porto no Circuito da Boavista e a abertura de uma escola de condução para este campeonato os carros utilizados são os Subarus da Yukes.

Os carros utilizados em drift são bastante leves ficando por cerca de 1200 Kilos cada, é retirado praticamente tudo o que não faz falta, como: forros, todos os bancos deixando só o do piloto, mas alterando para um desportivo, alcatifas protecções em plástico entre outras.

No Japão os carros mais utilizados são o Nissan Silvia/180SX, Toyota AE86, Mazda RX-7, Nissan Cefiro (versão com tração traseira), Nissan Laurel, Nissan Skyline (com tracção traseira), Nissan Fairlady Z, Toyota Altezza, Toyota Soarer, Honda S2000, e Mazda Miata. Ja a competição de drift nos EUA utiliza versões locais desses carros (tais como Nissan 240SX e o Corolla GT-S de Toyota) e os carros americanos de alta performance tais como o Ford Mustang, Dodge Viper, e Pontiac GTO. Os drifters em outros paises geralmente usam carros locais, tais como o Ford Escort (Ucrânia e Irlanda), BMW Série 3 (em outras partes da Europa), Porsche, ou Volvos.

Os carros FWD (com tracção dianteira) não são permitidos nos torneios de drift como o D1GP.

Os carros AWD (com tracção nas quatro rodas, conhecidos também como 4WD ou 4×4), como o Subaru Impreza WRX STi, e Mitsubishi Lancer Evolution possuem drift de ângulos bem diferentes. D1 e outras competições profissionais não permitem carros AWD. Então, carros como o Impreza e o Lancer são convertidos para RWD para poderem competir nos torneios.

Rally Grupo B

Posted on November 13th, 2008 in Uncategorized by admin

O Grupo B foi introduzido pela FIA (Federação internacional de Automobilismo) em 1982 como substituto para o Grupo 4 (carros de turismo modificados) e Grupo 5 (carros protótipo de turismo).

Para o Grupo A haviam uma série de requisitos para se poder homologar um carro, como produção mínima de 5000 carros (linha de produção), limite máximo de potência, limite mínimo de peso, com tecnologia permitida e um custo total.
Ao contrário disso, o Grupo B tinha poucas limitações na tecnologia dos carros, no projeto e no número dos carros requeridos para a homologação do modelo. O peso não era restrito, materiais de alta tecnologia eram permitidos e não havia limite máximo de potência dos carros. A categoria foi muito visada pelos fabricantes de carros prometendo vitórias e oportunidades subsequentes de fazer publicidade sem precisar existir um modelo de produção.
O Grupo B foi inicialmente um conceito de muito sucesso, com muitos fabricantes juntando-se ao Campeonato Mundial de Rally, aumentando o número de expectadores. Mas o custo para competir cresceu muito rápido, e a performance dos carros aumentou ainda mais, resultando em vários acidentes fatais. Como consequência, o Grupo B foi cancelado e banido no fim de 1986 e as regras do grupo A ficaram como padrão para todos os carros daquela época.
Nos anos seguintes os carros do Grupo B continuaram correndo em uma categoria chamada de Campeonato Europeu de Rallycross, com carros como MG Metro 6R4 e o Ford RS200, competindo até o fim de 1992. Para 1993, a FIA substituiu os carros do Grupo B com protótipos que deveriam ser baseados nas regras do grupo A, mas mantendo o espírito do Grupo B, com baixo peso, tração nas quatro rodas, alta pressão do turbo e quantidades desconcertadas de potência. Hoje em dia, no Rallycross os carros cumprem um regulamento com um peso minino e, no caso de motores turbo-comprimidos, têm um restrictor de 45mm.

Esquadrão

Posted on November 13th, 2008 in Uncategorized by admin

Dá-se o nome de esquadrão a uma subunidade de cavalaria de escalão equivalente ao de companhia, constituído por um conjunto de pelotões.

No Exército Português existem, como subunidades de manobra de Cavalaria:

  • 1) Esquadrões de Reconhecimento, cada um incluindo três pelotões de reconhecimento e um de morteiros;
  • 2) Esquadrões de Carros de Combate, cada um incluindo três pelotões de carros de combate;
  • 3} Esquadrões de Comando e Serviços, dentro dos quais se abrigam, entre outros, o pelotão de Manutenção e Transporte (Oficina)e o Pelotão de Obras, os quais normalmente não tiram serviço, não respondem chamada no Esquadrão, como compensação pelos serviços executados.

Além disso, existem Esquadrões de Comando e Serviços e de Apoio de Combate nos Grupos de Carros de Combate e Esquadrões de Polícia do Exército no Grupo de Polícia do Exército.

Panzerfaust

Posted on November 13th, 2008 in Uncategorized by admin

A Panzerfaust é uma arma alemã utilizada durante a segunda guerra mundial. Tinha o objetivo de servir como um destruidor de carros de combate e foi criada devido a grande falta de blindados na wehrmacht, sendo a solução para destruir carros de combate soviéticos e aliados em ambas as frentes de combate.

Apesar de ter sido uma boa arma anticarro não foi capaz de suplantar a enorme reserva de carros de combate aliados, dentre eles o aperfeiçoamento da blindagem e a quantidadade enorme de carros de combate inimigos.

Karmann

Posted on November 12th, 2008 in Uncategorized by admin

Karmann empresa alemã, remete ao ano de 1874, em Osnabrück na Alemanha.

Producão total

Desde 1902 Karmann produziu mais de três milhões de carros:

Audi 80 Conversível 1997 - 2000 12.112 carros
Audi A4 Conversível 2002 - hoje 81.959 carros (Fim de 2004)
BMW 2000 C/CS 1965 - 1970 13.696
BMW 3,0 CS 1971 - 1975 21.147 carros
BMW 635 CSI 1976 - 1989 86.314 carros
Chrysler Crossfire Coupé 2003 - hoje 37.896 carros
Chrysler Crossfire Conversível 2003 - hoje 16.269 carros
Ford Escort RS Cosworth 1992 - 1996 8.082 carros
Ford Escort FEC Conversível 1983 - 1990 104.237 carros
Ford Escort Conversível 1990 - 1997 80.620 carros
Ford Merkur XR4Ti, (Version UUAA) de Ford Sierra XR4i
Karmann Ghia Conversível 1957 - 1974 362.601 carros
Karmann Ghia Coupê 1955 - 1974 80.881 carros
Karmann Ghia Tipo34 1961 - 1969 42.505 carros
Kia Sportage SUV 1995 - 1998 25.984 carros
Land Rover Defender 2002 - hoje 2.777 carros
Mercedes CLK A208 Conversível 1998 - 2003 115.264 carros
Mercedes CLK C208 Coupê 2000 - 2002 28.706 carros
Mercedes CLK A209 Conversível 2003 - hoje
Porsche 914 1969 - 1976 118.949 carros
Porsche 968 1991 - 1994 11.803 carros
Renault 19 Conversível 1990 - 1996 29.222
Renault Mégane I Conversível 1996 - 2003 74.096
Renault Mégane CC Conversível desde 2004
Triumph TR6 1969 - 1976
VW Corrado 1988 - 1995 97.521 carros
VW Golf I Conversível 1979 - 1993 388.522 carros
VW Golf III

Forza Motorsport

Posted on November 12th, 2008 in Uncategorized by admin
Forza Motorsport
Desenvolvedor: Microsoft Game Studios
Distribuidor: Microsoft Game Studios
Lançamentos: 3 de maio, 2005

12 de maio, 2005
12 de maio, 2005
Género: Corrida
Jogadores: Singleplayer, Online multiplayer
Modo Online: Xbox Live
Plataforma: Xbox

Forza Motorsport é um jogo de vídeo game de simulação de corridas, desenvolvido pela Microsoft Game Studios para o console Xbox. Desde seu lançamento o jogo vêm sendo considerado um dos mais realistas de simulação de corridas. O jogo foi dísponivel a venda em 3 de maio de 2005. O nome Forza significa “força” em Italiano.

Carros

Existem 231 carros em Forza Motorsport, desde um Honda Civic até super carros como protótipos do Enzo Ferrari e Le Mans, Audi R8. Os carros são separados em 6 classes D, C, B, A, S e R.

  • Classe D: Carros como Ford Focus e Chrysler PT Cruiser GT
  • Classe C: Carros de esporte como o Impreza WRX STi e Lancer Evo VIII
  • Classe B: Carros de performance como o Porsche Boxster e o Ford Mustang
  • Classe A: Carros de alta performance como o TVR Tuscan S e o Dodge Viper
  • Classe S: Super carros, como o Enzo Ferrari, Koenigsegg CC8S e Porsche Carrera GT
  • Classe R: Carros que não são produzidos, como o Bentley Speed 8.

Pistas

Forza contém um mix linsenciado de ruas, point topoint (P2P) e circuitos originais. As pistas lisenciadas incluem: Road Atlanta, Silverstone, Laguna Seca, Tsukuba, Road America, e Nürburgring Nordschleife.

Notas de Avaliações

Notas dadas pelas principais revistas e sites especializados em jogos a Forza.

  • 1UP.com: 10 de 10 (100%)
  • GamePro: 5 de 5 (100%)
  • GameBiz.com: 10 de 10 (100%)
  • GamePlanet.co.nz: 5 de 5 (100%)
  • Electronic Gaming Monthly: 9.83 de 10 (98.3%)
  • Xbox.IGN.com: 9.5 de 10 (95%)
  • GameSpot.com: 9.2 de 10 (92%)
  • GameSpy.com: 4.5 de 5 (90%)
  • EuroGamer.net: 9 de 10 (90%)

Justo título

Posted on November 10th, 2008 in Uncategorized by admin

Justo Título

Siginifica que qualquer ato jurídico que, em tese, seria hábil a conferir direito de de propriedade, se não contivesse porém, um determinado defeito. O defeito pode ser alguma nulidade relativa, ou a outorga por quem não era dono da coisa.
Nulidades absolutas, como o desatendimento à forma prescita em Lei, impedem que se atribua ao ato o valor de justo título.
É justo título o documento formalmente perfeito, hábil, em tese, para transferir o domínio, devidamente transcrito, ou mesmo não trasncrito; até mesmo um compromisso de compra e venda.
Não constitui justo título: recibo de venda; escritura sem a assinatura do vendedor; escritura de cessão de direitos hereditários (compromisso de compra e venda); cessão de compromisso de compra e venda e título putativo.

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